Material de apoio ao ensino e à prática; não substitui as diretrizes vigentes nem o julgamento clínico. As condutas devem ser individualizadas.
1. Definição
A convulsão febril (CF) é definida como uma crise convulsiva que ocorre nas primeiras 24 horas de um episódio febril (temperatura ≥ 38 °C — AAP 2008/2011 e AEP 2022; aferição retal como referência), em crianças entre 6 meses e 5 anos de idade, na ausência de evidência de infecção ou inflamação do sistema nervoso central (SNC), sem alteração metabólica e sem história prévia de crise convulsiva afebril. Trata-se da forma mais comum de crise epiléptica na infância, acometendo 2 a 5% das crianças nessa faixa etária.
Observação (Dr. Stefani): para febre em geral o site adota temperatura axilar ≥ 37,5 °C, mas para caracterizar convulsão febril mantém-se o critério de ≥ 38 °C. Com um limiar mais baixo há o risco de rotular erroneamente como convulsão febril uma crise que precisa ser investigada (infecção do SNC, distúrbio metabólico, epilepsia).
2. Classificação
Tipo Características
Crise tônico-clônica generalizada · Duração < 15 minutos ·
Simples
Recuperação espontânea e completa · Única crise em 24 horas
Crise focal ou generalizada · Duração > 15 minutos · Pós-ictal
Complexa
prolongado · Recorrência em < 24 horas
A convulsão febril simples representa cerca de 70–75% dos casos e tem prognóstico
benigno. A forma complexa requer investigação mais detalhada e acompanhamento
neurológico (ver seção 7).3. Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história e no exame físico. A investigação laboratorial e de imagem não é recomendada rotineiramente para a convulsão febril simples.
3.1 Indicações de Punção Liquórica
A punção lombar deve ser considerada nas seguintes situações:
- Sinais ou sintomas clínicos sugestivos de meningite ou encefalite (rigidez de nuca, fontanela abaulada, petéquias, alteração persistente do nível de consciência)
- Crianças entre 6 e 12 meses com vacinação incompleta ou desconhecida para Haemophilus influenzae tipo b ou Streptococcus pneumoniae (AAP 2011; a AEP 2022 estende para < 18 meses mal vacinados e inclui o estado de mal febril)
- Uso prévio de antibióticos que possam mascarar sinais meníngeos
3.2 Exames Não Recomendados Rotineiramente
Eletroencefalograma (EEG), eletrólitos séricos (cálcio, fósforo, magnésio, glicemia), hemograma completo e neuroimagem não devem ser solicitados de rotina na convulsão febril simples, conforme AAP (2011), AEP (2022) e Royal Children's Hospital de Melbourne; a SBP (DC nº 206/2025) trata apenas do papel dos antitérmicos na CF.
4. Conduta na Fase Aguda
4.1 Crise com Duração < 5 Minutos
A maioria das convulsões febris simples cessa espontaneamente em menos de 5 minutos. Conduta de suporte e observação:
- Posicionar a criança em decúbito lateral (posição de recuperação) para prevenir aspiração
- Manter vias aéreas pérvias
- Não inserir objetos na boca
- Monitorar saturação de oxigênio e frequência cardíaca
- Identificar e tratar a causa da febre
4.2 Crise com Duração ≥ 5 Minutos (Status Epiléptico Febril)
O estado de mal passou a ser definido com 5 minutos (t1 da ILAE 2015) porque é o ponto em que a crise tônico-clônica tende a se prolongar: depois dele, a chance de parar sozinha cai muito, e por isso o tratamento começa aí. Na monitorização por vídeo-EEG, a maioria das crises convulsivas dura menos de 5 min (Trinka et al., Epilepsia 2015). Em 407 crianças com a primeira crise não provocada, as durações formaram dois grupos — 76% com média de 3,6 min e 24% com média de 31 min —; quanto mais a crise durava, menor a chance de parar nos minutos seguintes, e depois de 5–10 min era improvável que cedesse sozinha (Shinnar et al., Ann Neurol 2001;49:659–64). O t2 = 30 minutos é o limite a partir do qual há risco de lesão neuronal (ILAE 2015): o antigo limiar de 30 min marca o risco de dano, e não o momento de tratar.
Quando a crise persiste por 5 minutos ou mais, iniciar tratamento medicamentoso escalonado — mesmas doses do Protocolo de Estado de Mal Convulsivo (padrão do site, decisão de 29/09/2026):
| Etapa | Medicamento | Dose e via | Observação e referência |
|---|---|---|---|
| 1ª linha (≥ 5 min), sem acesso venoso | Midazolam | Intranasal 0,2 mg/kg; bucal 0,3 mg/kg; IM 0,2 mg/kg (máx. 10 mg) | Padrão do site; AES 2016 (IM, IN e bucal: nível B na criança); SEUP 2025 usa IN 0,3 mg/kg |
| 1ª linha, sem acesso venoso | Diazepam retal | 0,5 mg/kg (máx. 10 mg) | Padrão do site; NICE NG217; SEUP 2025 |
| 1ª linha, com acesso | Diazepam IV/IO lento | 0,2–0,3 mg/kg (máx. 10 mg) * | Padrão do site; AES 2016 (nível A) |
| Repetir 1 vez | Benzodiazepínico | Mesma dose após 5–10 min se a crise persistir | No máximo 2 doses no total, incluídas as dadas antes da chegada (NICE NG217; AES 2016; SEUP 2025) |
| 2ª linha (falha de 2 doses) — conduta do site (MS) | Fenitoína | 15–20 mg/kg IV (máx. 1.500 mg; ≤ 1 mg/kg/min e ≤ 50 mg/min) ** | MS, PCDT Epilepsia (Portaria Conjunta nº 17/2018): 18 (15–20) mg/kg até 50 mg/min, com ECG e PA; máximo de 1.500 mg da AES 2016 e da SEUP 2025 |
| 2ª linha — conduta do site (MS) | OU Fenobarbital | 15 mg/kg IV, ≤ 100 mg/min (máx. 1.000 mg) | MS, PCDT 2018 (15 mg/kg a 100 mg/min); AES 2016: dose única; SEUP 2025: 20 mg/kg; o teto de 1.000 mg é do site (as fontes não fixam); risco de depressão respiratória |
| 2ª linha — preferível onde houver (divergência) | Levetiracetam | 60 mg/kg IV em 5–10 min (máx. 4.500 mg) | NICE NG217 e APLS o preferem (mais rápido, menos efeitos adversos); AES 2016; SEUP 2025. No Brasil: Antara IV (Eurofarma) — uso fora da bula no estado de mal; bula: IV a partir de 6 anos |
| 2ª linha (alternativa) | Ácido valproico | 40 mg/kg IV em 5–10 min (máx. 3.000 mg) | AES 2016; SEUP 2025; só ≥ 2 anos e sem hepatopatia, suspeita de doença metabólica ou mitocondrial, nem gestação |
| Refratário (UTI) | Coma induzido: midazolam (1ª escolha), tiopental, cetamina, propofol | Ver alerta e doses abaixo da tabela | NCS 2012; SEUP 2025; Protocolo de Estado de Mal Convulsivo |
A fenitoína leva cerca de 20 min para infundir; somada aos benzodiazepínicos, o controle pode passar de 30 min (limite ILAE 2015 para risco de lesão neuronal). Prepare a 2ª linha já na 1ª dose de benzodiazepínico e inicie logo após a 2ª dose, sem esperar. Onde houver levetiracetam IV, ele é preferível por infundir em 5–10 min (NICE NG217; APLS; ESETT, EcLiPSE e ConSEPT 2019).
Atenção, 30 minutos: a partir do t2 (ILAE 2015) cresce o risco de lesão neuronal. Se a crise não ceder com o benzodiazepínico (2 doses) e a medicação de 2ª linha, é estado de mal REFRATÁRIO. Não espere os 30 min nem tente uma 3ª droga de 2ª linha por muito tempo: acione a UTI pediátrica para intubação e COMA INDUZIDO com infusão contínua de anestésico, para suprimir a atividade epiléptica, com monitorização eletroencefalográfica contínua (alvo: cessar as crises no EEG ou surto-supressão).
Coma induzido — conduta de UTI/anestesiologia: intubação, ventilação mecânica e suporte hemodinâmico (esses agentes causam hipotensão e podem exigir vasopressor — NCS 2012); doses tituladas pelo EEG contínuo.
- Midazolam (1ª escolha): bolus 0,2 mg/kg IV (a 2 mg/min) + infusão 0,05–2 mg/kg/h; nas crises de escape, bolus 0,1–0,2 mg/kg e aumento de 0,05–0,1 mg/kg/h a cada 3–4 h (NCS 2012). SEUP 2025: 0,2 mg/kg + 0,05–0,4 mg/kg/h.
- Tiopental: 2–7 mg/kg IV (≤ 50 mg/min) + infusão 0,5–5 mg/kg/h (NCS 2012); SEUP 2025: 2–3 mg/kg + 3–5 mg/kg/h.
- Cetamina: opção no super-refratário; dose conforme protocolo da UTI (a NCS 2012 a trata como terapia emergente, com dados limitados).
- Propofol, com cautela na criança: 1–2 mg/kg + infusão a partir de 20 mcg/kg/min (faixa 30–200 mcg/kg/min); na criança, cautela acima de 65 mcg/kg/min e contraindicado em crianças pequenas (NCS 2012) — risco de síndrome de infusão do propofol (acidose metabólica, rabdomiólise, insuficiência cardíaca e renal).
Manter o controle eletrográfico por 24–48 h e retirar a infusão gradualmente (NCS 2012).
* Benzodiazepínicos: monitorar continuamente a função respiratória e ter disponível suporte ventilatório. ** Fenitoína IV: acesso calibroso, diluir em SF 0,9% (incompatível com glicose), monitorização cardíaca e da PA durante a infusão. Oxigênio para manter SpO₂ entre 94% e 98% (evitando hiperóxia), glicemia capilar e, fora do hospital, SAMU 192 após a 1ª dose de resgate.
5. Critérios de Internação
A maioria das crianças com convulsão febril simples retorna ao nível normal de consciência dentro de uma hora e pode receber alta após observação. A internação está indicada em:
🔴 Pronto-socorro/hospital imediato (do consultório: benzodiazepínico se a crise dura ≥ 5 min, oxigênio para manter SpO₂ entre 94% e 98%, glicemia, SAMU 192):
- Estado de mal epiléptico (crise ≥ 5 minutos ou crises repetidas sem recuperação da consciência — ver Protocolo de Mal Convulsivo)
- Suspeita de infecção do SNC (meningite, encefalite)
- Crise complexa com pós-ictal prolongado ou déficit focal; idade < 6 meses
- Impossibilidade de acompanhamento ambulatorial adequado
6. Conduta na Convulsão Febril Complexa
A CF complexa exige avaliação mais ampla e acompanhamento neurológico.
Recomendações específicas:
- Solicitar EEG eletivo (não na fase aguda) em crianças com crise focal, déficit neurológico pós-ictal prolongado ou suspeita de epilepsia subjacente
- Considerar neuroimagem (RM de crânio preferencialmente) em casos de crise focal, estado epiléptico, déficit neurológico focal ou recorrência precoce inexplicada
- Encaminhar ao neuropediatra para seguimento ambulatorial após a alta (sem prazo; com prioridade se crise focal, déficit ou atraso do desenvolvimento)
- Avaliar necessidade de anticonvulsivante profilático, de forma individualizada
7. Fatores de Risco para Recorrência
Aproximadamente 30–35% das crianças com convulsão febril apresentarão pelo menos um episódio recorrente. Principais fatores de risco:
- Primeiro episódio antes dos 18 meses de idade
- Temperatura relativamente baixa no momento da crise (< 38,5°C)
- Curto intervalo entre o início da febre e a crise (< 1 hora)
- História familiar de convulsão febril em parentes de 1º grau
8. Profilaxia
O uso profilático de antipiréticos (paracetamol, dipirona ou ibuprofeno) não reduz o risco de recorrência e não é recomendado com essa finalidade (SBP, DC nº 206/2025 — nível de evidência I; AAP 2008; AEP 2022). Antitérmico só para o desconforto, nas doses do site: paracetamol 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia), dipirona 15 mg/kg/dose 6/6 h (não usar < 3 meses ou < 5 kg), ibuprofeno 5–10 mg/kg/dose a partir de 6 meses, sem alternar.
A profilaxia contínua com anticonvulsivantes (fenobarbital, ácido valproico) não é indicada para a CF simples, dado o risco de efeitos adversos e a natureza benigna da condição.
A profilaxia intermitente com diazepam não é de rotina, mas pode ser considerada em casos selecionados, conforme o PCDT da Epilepsia do Ministério da Saúde (Portaria Conjunta nº 17/2018) — a SBP não tem documento oficial sobre o tema, e a revisão da Residência Pediátrica (SBP, 2018) a admite na CF complexa ou recorrente com grande ansiedade familiar: (a) CF recorrentes com pais confiáveis; (b) CF frequentes (3 ou mais em 6 meses, 4 ou mais em 1 ano). Diazepam retal (1ª escolha) ou oral 0,4–0,5 mg/kg no início da febre (máx. 10 mg por dose), repetido uma vez após 8 h se a febre persistir; em geral no máximo 2 doses. A sedação pode mascarar sinais de infecção do sistema nervoso central; AAP (2008) e AEP (2022) não a recomendam.
9. Prognóstico
A convulsão febril simples tem excelente prognóstico. O risco de desenvolvimento de epilepsia é de aproximadamente 2–3%, apenas discretamente superior ao da população geral (1%). Não há evidências de comprometimento cognitivo, comportamental ou de mortalidade associados à CF simples.
10. Orientações para os Pais
Os pais devem ser tranquilizados quanto ao caráter benigno da condição. As orientações incluem:
- Manter a calma e cronometrar a duração da crise
- Posicionar a criança de lado para evitar aspiração
- Não segurar ou imobilizar a criança com força
- Não colocar objetos na boca
- Se a crise durar 5 minutos ou mais, ou se repetir: SAMU (192); se houver plano escrito com midazolam ou diazepam de resgate, aplicar a dose indicada
- Toda primeira crise deve ser avaliada por médico no mesmo dia; procurar o pronto-socorro se a criança não acorda bem, tem rigidez de nuca, manchas roxas, vômitos repetidos ou dificuldade para respirar
11. Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Documento e versão | DC nº 206, 15/05/2025 (febre; antitérmico na CF) | PCDT Epilepsia, Portaria Conjunta nº 17/2018 | CPG 2008 (longo prazo) e 2011 (avaliação), reafirmadas | Sem diretriz de CF; NG217 (2022, atualizada 08/2026) para crises | Protocolo AEP/SENEP 2022 | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Seguem o NICE |
| Definição | Sem definição própria | Sem definição própria | 6–60 meses; ≥ 38 °C | — | 6 meses–5 anos; > 38 °C | — | — | Seguem o NICE |
| Punção lombar | — | — | Sinais meníngeos; 6–12 meses mal vacinados; antibiótico prévio | — | Também < 18 meses mal vacinados e estado de mal febril | — | — | — |
| Crise ≥ 5 min | — | — | Benzodiazepínico (AES 2016) | Midazolam bucal ou diazepam retal; 2ª dose após 5–10 min | Midazolam IN/bucal ou diazepam retal | — | — | Seguem o NICE |
| 2ª linha | Sem documento oficial (revisão Liberalesso, Residência Pediátrica 2018: fenitoína, fenobarbital, valproato) | PCDT 2018: fenitoína 18 (15–20) mg/kg ou fenobarbital 15 mg/kg | AES 2016: fosfenitoína, valproato ou levetiracetam (equivalentes) | Levetiracetam, fenitoína ou valproato; prefere o levetiracetam | SEUP 01/2025: levetiracetam, fenitoína ou valproato (equivalentes) | — | — | Seguem o NICE |
| Antitérmico preventivo | Não recomendado (nível I) | — | Não recomendado | — | Não recomendado | — | — | — |
| Profilaxia com diazepam | Sem documento oficial | Intermitente em casos selecionados | Não recomendada na simples | — | Desaconselhada em todos os casos | — | — | — |
Leitura: há concordância em que a CF simples é benigna, não exige EEG, neuroimagem nem exames de sangue de rotina, que antitérmicos não previnem recorrência (inclusive pela SBP, DC nº 206/2025) e que toda crise de 5 minutos ou mais recebe benzodiazepínico por via não venosa fora do hospital. As divergências: (1) punção lombar — a AAP limita a 6–12 meses mal vacinados; a AEP estende até 18 meses e ao estado de mal febril; (2) profilaxia intermitente com diazepam — admitida em casos selecionados pelo PCDT do MS, desaconselhada pela AEP 2022 e não recomendada pela AAP na forma simples; (3) dose de midazolam intranasal — 0,2 mg/kg (site, AEP 2022) × 0,3 mg/kg (SEUP 2025). (4) 2ª linha do estado de mal febril — o MS (PCDT 2018) indica fenitoína ou fenobarbital; AES 2016, SEUP 2025 e os ensaios ESETT, EcLiPSE e ConSEPT (2019) consideram levetiracetam, fenitoína e valproato equivalentes, e o NICE NG217 prefere o levetiracetam; o site segue o MS, com o alerta sobre o tempo de infusão da fenitoína, e recomenda o levetiracetam onde houver (decisão de 01/10/2026). A SBP não tem documento oficial sobre CF além do papel dos antitérmicos; por isso o site segue o Ministério da Saúde (PCDT) na profilaxia e a AAP nos critérios de punção lombar, com as doses de resgate do site e limiar de ≥ 38 °C para a definição.
12. Referências
1. Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamentos Científicos de Pediatria Ambulatorial e de Infectologia. Abordagem da febre aguda em pediatria e reflexões sobre a febre nas arboviroses. Documento Científico nº 206, 15/05/2025. sbp.com.br
2. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Epilepsia (Portaria Conjunta nº 17, de 21/06/2018). gov.br/conitec
3. American Academy of Pediatrics. Febrile Seizures: clinical practice guideline for the long-term management of the child with simple febrile seizures. Pediatrics. 2008;121(6):1281–1286. Neurodiagnostic evaluation of the child with a simple febrile seizure. Pediatrics. 2011;127(2):389–394.
4. García Ron A, Arriola Pereda G. Convulsiones febriles. Protoc diagn ter pediatr (AEP). 2022;1:379–385. aeped.es
5. NICE. Epilepsies in children, young people and adults. NICE guideline NG217, 2022 (última atualização 05/08/2026). nice.org.uk
6. Glauser T, et al. Evidence-based guideline: treatment of convulsive status epilepticus in children and adults — American Epilepsy Society. Epilepsy Curr. 2016;16(1):48–61.
7. González Hermosa A. Estatus epiléptico. Protocolos SEUP, 4ª ed. (versão 01/2025). seup.org
8. Corsello A, et al. Febrile seizures: a systematic review of different guidelines. Pediatr Neurol. 2024;155:141–148.
9. Ferretti A, et al. Best practices for the management of febrile seizures in children. Ital J Pediatr. 2024;50(1) (publicado em 12/05/2024).
10. Machado et al. Crise febril na infância: uma revisão dos principais conceitos. Residência Pediátrica. 2018;8(supl 1):11–16 (revista da SBP; não é posição oficial da SBP).
11. Liberalesso PBN. Estado de mal epiléptico. Diagnóstico e tratamento. Residência Pediátrica. 2018;8(Supl 1):35–39 (revista da SBP; não é posição oficial da SBP).
12. Kapur J, et al. (ESETT). N Engl J Med. 2019;381:2103–13. Lyttle MD, et al. (EcLiPSE). Lancet. 2019;393:2125–34. Dalziel SR, et al. (ConSEPT). Lancet. 2019;393:2135–45. Levetiracetam injetável no Brasil: Antara IV (Eurofarma), bula profissional, Reg. MS 1.0043.1481.
13. Trinka E, et al. A definition and classification of status epilepticus — Report of the ILAE Task Force. Epilepsia. 2015;56(10):1515–23. Shinnar S, et al. How long do new-onset seizures in children last? Ann Neurol. 2001;49(5):659–64. Brophy GM, et al. Guidelines for the evaluation and management of status epilepticus (Neurocritical Care Society). Neurocrit Care. 2012;17(1):3–23 (Tabela 8).
Veja também, nesta Biblioteca: Convulsão febril e primeira crise (Patologias do consultório); Protocolo de Estado de Mal Convulsivo; Como Conduzir uma Criança com Febre.