Resumo com convergências e divergências entre as atualizações de 2025–2026 em Neonatologia e as posições da Sociedade Brasileira de Pediatria, AAP, NICE, AEP/SENeo, Ministério da Saúde, Sociedade Italiana de Neonatologia, Harvard (Boston Children's), Johns Hopkins, Oxford e Cambridge (redes neonatais regionais do NHS). 📄 Baixar em PDF
Em janeiro de 2025 a AAP publicou em Pediatrics um novo algoritmo de triagem de cardiopatia congênita crítica (CCC) por oximetria de pulso (Oster ME et al.), divulgado pelo CDC: triagem com ≥24 h de vida, na mão direita e em um pé; passa com SpO2 ≥95% em ambos e diferença ≤3%; falha imediata com qualquer medida <90%; valores de 90–94% ou diferença >3% levam a uma única repetição após 1 h (antes eram duas), e a persistência é falha. Autores do Boston Children's e do Brigham (Harvard) comentaram a mudança em J Perinatol (05/2025), defendendo dados estaduais padronizados e educação sobre os limites do teste. No Brasil vale o teste do coraçãozinho da SBP, cujo algoritmo vigente é o do Manual de Orientação nº 4 (DC de Cardiologia e Neonatologia, 11/08/2022) — o teste original (DC de 07/11/2011) foi incorporado ao SUS pelo Ministério da Saúde: todo RN ≥35 semanas, assintomático, entre 24 e 48 h, na mão direita e em um membro inferior; negativo com SpO2 ≥95% e diferença ≤3%; positivo com SpO2 ≤89% em qualquer medida (avaliação cardiológica e ecocardiograma, sem alta antes dessa avaliação); duvidoso com 90–94% ou diferença ≥4%, repetido após 1 h até duas vezes — se persistir na 3ª avaliação, é positivo. Há concordância em triagem universal, locais de medida, critério de negativo e falha imediata abaixo de 90%. A diferença com a AAP está no número de repetições do duvidoso: duas na SBP, uma na AAP. A SENeo (2021) triageia antes de 24 h (ideal nas primeiras 12 h) e repete após 30 min; o Reino Unido não adota a oximetria como rastreamento populacional e usa o exame físico (NIPE); a Itália a considera prática difusa, sem algoritmo nacional localizado. A SBP não publicou atualização posterior a 2022.
1.O que mudou em 2025–2026
| Data | Instituição | Documento | O que mudou |
|---|---|---|---|
| 01/2025 | AAP | Oster ME et al. — Newborn Screening for Critical Congenital Heart Disease, A New Algorithm (Pediatrics 2025;155(1):e2024069667) | Uma única repetição (antes duas); falha imediata <90%; passa com ≥95% em mão direita e pé e diferença ≤3%; triagem após desmame de O2 e com RN alerta |
| 2025 | CDC | Screening for Critical Congenital Heart Defects (página para profissionais) | Divulga o algoritmo AAP 2025: ≥24 h ou o mais tarde possível se alta precoce |
| 02/05/2025 | Autores do Boston Children's e Brigham (Harvard) | Levy PT, Thomas AR, Sen S, Ball MK — J Perinatol | Comentário acadêmico: algoritmo simplificado para aumentar a detecção precoce e reduzir internações de emergência; defende dados estaduais padronizados e vinculados |
| 11/08/2022 (vigente) | SBP — DC Cardiologia e Neonatologia | Manual de Orientação nº 4 — Sistematização do atendimento ao RN com suspeita ou diagnóstico de cardiopatia congênita | Substitui o algoritmo de 2011: positivo ≤89%; duvidoso 90–94% ou diferença ≥4%, repetido após 1 h até 2 vezes; sem atualização SBP/MS em 2025–2026 |
2.Posição brasileira (SBP)
Documento vigente: "Sistematização do atendimento ao recém-nascido com suspeita ou diagnóstico de cardiopatia congênita", Manual de Orientação nº 4 da SBP (DC de Cardiologia e Neonatologia, 11/08/2022), item 1.4 — "Teste da oximetria de pulso para triagem de cardiopatias congênitas críticas no RN: teste do coraçãozinho" (lido na íntegra). Substitui o algoritmo do Documento Científico de 07/11/2011 ("Diagnóstico precoce de cardiopatia congênita crítica: oximetria de pulso como ferramenta de triagem neonatal"). Não há documento SBP de 2025–2026; o teste do coraçãozinho foi incorporado ao SUS pelo Ministério da Saúde (Portaria SCTIE/MS nº 20, de 10/06/2014 — texto conferido; a atribuição anterior a "SAS/MS" foi corrigida).
| Tema | Conteúdo |
|---|---|
| Quem | Todo RN ≥35 semanas, clinicamente bem, assintomático, em alojamento conjunto |
| Quando | De preferência entre 24 e 48 h de vida (falso positivo de 0,05% após 24 h, contra 0,5% antes) |
| Onde medir | Mão direita (pré-ductal) e um dos membros inferiores (pós-ductal), com oxímetro e sensor neonatais resistentes a baixa perfusão e movimento |
| Negativo | SpO2 ≥95% e diferença ≤3% entre mão direita e membro inferior → cuidados habituais (não exclui totalmente cardiopatia) |
| Positivo | SpO2 ≤89% na mão direita ou no membro inferior → reavaliação minuciosa, avaliação cardiológica e ecocardiograma; não dar alta antes |
| Duvidoso | SpO2 90–94% ou diferença ≥4% → repetir após 1 h, por até 2 vezes; se persistir na 3ª avaliação → positivo (avaliação cardiológica/ecocardiograma) |
| Desempenho | Sensibilidade 76%, especificidade 99% |
| Limites | O exame físico continua essencial; lesões como a coarctação da aorta podem escapar à oximetria |
Não aborda (no Manual de 2022): triagem após desmame de O2 e com RN alerta; alta antes de 24 h; papel do diagnóstico pré-natal; orientação estruturada aos pais sobre sinais de alarme; registro padronizado dos resultados.
Notificação obrigatória (compulsória) na DNV: a cardiopatia congênita confirmada no RN é anomalia congênita (CID-10, capítulo Q) e deve ser registrada na Declaração de Nascido Vivo — campo 6 assinalado e descrição detalhada no campo 41, sem agrupar; no óbito fetal ou infantil, na Declaração de Óbito (Portaria GM/MS nº 10.175, de 23/01/2026; NT nº 3/2026-SVSA/MS).
3.Posição das referências internacionais
| Referência | Documento e ano | Posição resumida |
|---|---|---|
| EUA — AAP / CDC | Oster ME et al., AAP — Newborn Screening for CCHD, A New Algorithm (Pediatrics 2025;155(1):e2024069667); CDC — Screening for CCHD (2025) | Triagem universal com ≥24 h (ou o mais tarde possível se alta antes); mão direita + pé; passa: ≥95% em ambos e diferença ≤3%; falha: qualquer medida <90%, ou <95% / diferença >3% em 2 medidas separadas por 1 h (uma única repetição); triar após desmame de O2 e com o RN alerta |
| Reino Unido — UK NSC / NICE | UK NSC — Congenital heart disease (2014; consultado 2026) | CCC rastreada pelo exame físico ao nascer e às 6–8 semanas (NIPE); recomenda pilotar a oximetria, sem adotá-la como rastreamento populacional; última revisão registrada em mai/2014, com revisão prevista para 2021–22 cujo resultado não localizamos. NICE: sem documento específico localizado |
| Espanha — SENeo/AEP | Sánchez Luna M, Pérez Muñuzuri A, Couce Pico M — Cribado de cardiopatías congénitas críticas (An Pediatr 2021); versão 2018 | Recomenda a triagem em todos os centros com partos; antes de 24 h, mais eficaz nas primeiras 12 h; mão direita e pé; positivo ≤89%; duvidoso 90–94% ou diferença ≥4%; negativo ≥95% e diferença ≤3%; duvidoso → repetir uma vez após 30 min; persistência → avaliação imediata e ecocardiograma |
| Itália — SIN / SICP | SIN/SICP — Cardiopatie congenite critiche (14/02/2023) | Oximetria antes da alta é "metodica diffusa", mas detecta sobretudo as formas cianogênicas; ênfase em orientar os pais sobre sinais de alarme e avaliação pediátrica em até 10 dias; sem algoritmo nacional no documento; não localizamos recomendação formal com pontos de corte |
| Harvard — Boston Children's / Brigham | Levy PT, Thomas AR, Sen S, Ball MK — Updated and endorsed newborn screening guidelines in the United States for CCHD from the AAP (J Perinatol, 02/05/2025) | Publicação acadêmica (não protocolo institucional) que apoia o algoritmo AAP 2025 — simplificação para aumentar a detecção precoce e reduzir internações de emergência; defende dados estaduais padronizados e vinculados, educação sobre os limites da triagem e aponta disparidades no diagnóstico pré-natal |
| Johns Hopkins | — | Sem documento específico localizado |
| Oxford — OUH / rede Thames Valley & Wessex (TVW) | TVW — Pulse Oximetry Screening v3 (03/2024) | Oxford University Hospitals (OUH) não publica protocolos neonatais abertos; os documentos citados são da rede regional a que pertence, Thames Valley & Wessex Neonatal ODN (TVW). Triagem universal por oximetria, apesar de o UK NSC não a recomendar: de preferência entre 4 e 12 h de vida (a partir de 2 h fora do hospital), mão direita e um pé; passa com ambas ≥ 95% e diferença < 3%; duvidoso 90–94% ou diferença ≥ 3%, repetir em 1–2 h (até 3 testes, com exame clínico no intervalo); falha com ≤ 89% ou sintomas → avaliação neonatal urgente. |
| Cambridge — CUH (Rosie) / rede East of England (EoE) | EoE — RoPeS, Routine Pulse oximetry Screening v2 (05/2023) | Cambridge University Hospitals (CUH, Rosie Hospital/NICU) não publica protocolos neonatais abertos; os documentos citados são da rede regional a que pertence, East of England Neonatal ODN (EoE). Adapta o protocolo da TVW: triagem universal entre 4 e 8 h de vida em hospital com UTI neonatal (a partir de 2 h em parto domiciliar ou centro de parto), com os mesmos limiares (≥ 95% e diferença < 3%; 90–94% ou ≥ 3% repetir; ≤ 89% falha). |
4.Concordâncias e discordâncias
| Tema | SBP | MS | AAP | NICE/UK | AEP/SENeo | Itália | Harvard | J. Hopkins | Oxford / Cambridge | Leitura |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Versão e data | MO nº 4 (11/08/2022) | Portaria SCTIE/MS nº 20 (10/06/2014) | Oster et al. (Pediatrics 2025) | UK NSC (2014; consultado 2026) | SENeo (An Pediatr 2021) | SIN/SICP (14/02/2023) | Levy et al. (J Perinatol 2025) | — | TVW v3 (03/2024); EoE RoPeS v2 (05/2023) | — |
| Triagem universal por oximetria | Sim, ≥35 semanas (SBP/MS) | Sim, universal no SUS | Sim | Não (piloto; exame físico) | Sim | Prática difusa, sem mandato | Apoia AAP | — | Sim nas redes regionais, apesar do UK NSC | UK é a exceção |
| Momento | 24–48 h | Protocolo SBP (24–48 h) | ≥24 h | — | <24 h (ideal <12 h) | Antes da alta | ≥24 h | — | 4–12 h (TVW); 4–8 h (EoE) | Espanha discordante |
| Locais | MSD + MI | Protocolo SBP | Mão D + pé | — | Mão D + pé | — | Idem AAP | — | Mão D + pé | Concordância |
| Passa | ≥95% e diferença ≤3% | Protocolo SBP | ≥95% e diferença ≤3% | — | ≥95% e diferença ≤3% | — | Idem AAP | — | ≥ 95% e diferença < 3% | Concordância |
| Falha imediata | ≤89% | Protocolo SBP | <90% | — | ≤89% | — | Idem AAP | — | ≤ 89% ou sintomas | Concordância |
| Zona intermediária | 90–94% ou diferença ≥4% | Protocolo SBP | 90–94% ou diferença >3% | — | 90–94% ou diferença ≥4% | — | Idem AAP | — | 90–94% ou diferença ≥ 3% | Concordância |
| Repetições | Até 2, a cada 1 h | Protocolo SBP | 1, após 1 h | — | 1, após 30 min | — | Idem AAP | — | Até 3 testes, a cada 1–2 h | SBP repete até 2 vezes |
| Conduta na falha | Avaliação cardiológica e eco, sem alta antes | Protocolo SBP | Avaliação e eco | — | Avaliação imediata e eco | — | — | — | Avaliação neonatal urgente e eco | Convergente |
| Exame físico e orientação aos pais | Exame físico essencial | — | Educação sobre limites (Harvard) | NIPE ao nascer e 6–8 semanas | — | Sinais de alarme; consulta em 10 dias | Educação sobre limites | — | NIPE + oximetria | Consenso: oximetria não basta |
Leitura: o MS incorporou ao SUS, em 2014, o teste do coraçãozinho com o protocolo da SBP, de modo que SBP e MS coincidem. A novidade da comparação é o Reino Unido: embora o UK NSC não recomende a triagem, as redes regionais de Oxford (TVW, 2024) e Cambridge (EoE, 2023) fazem triagem universal, mais cedo (4–12 h e 4–8 h) e com repetição em 1–2 h — mais próximas da SENeo (< 24 h) que da SBP e da AAP (≥ 24 h). Os limiares de aprovação (≥ 95% e diferença < 3%) e de falha (≤ 89%) são praticamente os mesmos em todas. Posição do site: segue a SBP (MO nº 4/2022) e o MS — 24–48 h, até 2 repetições, falha imediata com ≤ 89% —, sem dispensar o exame físico antes da alta.
5.Síntese
O algoritmo AAP de 2025 ficou muito próximo do teste do coraçãozinho vigente da SBP (Manual de Orientação nº 4, 2022): triagem universal com pelo menos 24 horas, mão direita e um membro inferior, negativo com ≥95% e diferença ≤3%, falha imediata abaixo de 90% (≤89% na SBP) e zona intermediária de 90–94% ou diferença ≥4%. Os autores de Harvard que comentaram a mudança destacam o objetivo de aumentar a detecção precoce e reduzir internações de emergência, e chamam atenção para o registro padronizado dos resultados e para as disparidades no diagnóstico pré-natal — temas que o documento brasileiro não aborda.
Resta uma diferença técnica: o número de repetições do resultado duvidoso. A SBP repete após 1 hora por até duas vezes (positivo se persistir na 3ª avaliação), justificando o reteste pela redução dos falsos positivos; a AAP reduziu para uma única repetição e a SENeo repete uma vez após 30 minutos. A posição adotada é a da SBP; a AAP fica como divergência. A diferença não exige mudança de equipamento, apenas de fluxograma.
Fora do eixo Brasil–EUA as divergências são de política. A Espanha triageia antes de 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12, na direção oposta ao ≥24 h de Brasil e EUA, e usa repetição mais curta (30 min). O Reino Unido não adota a oximetria universal, apoiando-se no exame físico ao nascer e às 6–8 semanas, e a Itália a descreve como prática difusa, com ênfase na orientação dos pais e na consulta em até 10 dias. Todos concordam que a oximetria não detecta todas as cardiopatias críticas — a coarctação pode escapar, e a SIN/SICP lembra que o teste detecta sobretudo as formas cianogênicas — e que o exame físico e a orientação à família continuam indispensáveis. O algoritmo da SBP de 2022 antecede o da AAP de 2025, mas já incorporava a falha imediata; a revisão nacional só precisaria decidir sobre o número de repetições.
- SpO2 ≤89% em qualquer medida = teste positivo, com reavaliação, avaliação cardiológica e ecocardiograma, sem alta antes e sem esperar repetição (SBP, MO nº 4/2022; AAP <90%; SENeo ≤89%).
- Fluxograma nacional (SBP 2022): todo RN ≥35 semanas assintomático, 24–48 h, mão direita e um pé; negativo com ≥95% e diferença ≤3%; duvidoso (90–94% ou diferença ≥4%) → repetir após 1 h, até 2 vezes; persistindo na 3ª avaliação, positivo. A AAP 2025 repete só uma vez (divergência).
- Medir com o RN alerta e já fora de oxigênio; em alta antes de 24 h, fazer o teste o mais tarde possível e registrar a limitação.
- Teste normal não exclui cardiopatia crítica: o exame físico antes da alta continua essencial (a coarctação pode escapar), e os pais devem ser orientados sobre sinais de alarme, com reavaliação pediátrica precoce — a SIN/SICP propõe até 10 dias.
- Registrar os valores numéricos (mão direita, pé e diferença), não apenas "normal", para permitir auditoria e indicadores, como defendem os autores de Harvard.
- Protocolo local: seguir o algoritmo da SBP de 2022 (já com falha imediata ≤89% e até duas repetições); o diagnóstico pré-natal, desigual segundo os autores de Harvard, não substitui a triagem neonatal.
6.Fontes
- SBP, DC de Cardiologia e Neonatologia. Sistematização do atendimento ao recém-nascido com suspeita ou diagnóstico de cardiopatia congênita. Manual de Orientação nº 4, 11/08/2022 (item 1.4, teste do coraçãozinho). PDF
- SBP. Diagnóstico precoce de cardiopatia congênita crítica: oximetria de pulso como ferramenta de triagem neonatal. Documento Científico, 07/11/2011 (algoritmo substituído em 2022). sbp.com.br
- Ministério da Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 20, 10/06/2014 — incorpora a oximetria de pulso (teste do coraçãozinho), de forma universal, à triagem neonatal no SUS. BVS MS
- Oster ME et al.; American Academy of Pediatrics. Newborn screening for critical congenital heart disease — a new algorithm. Pediatrics 2025;155(1):e2024069667.
- CDC. Screening for critical congenital heart defects — information for healthcare providers, 2025. cdc.gov
- Levy PT, Thomas AR, Sen S, Ball MK. Updated and endorsed newborn screening guidelines in the United States for critical congenital heart disease from the AAP. J Perinatol, 02/05/2025. nature.com
- UK National Screening Committee. Congenital heart disease — screening recommendation, 2014. gov.uk
- Sánchez Luna M, Pérez Muñuzuri A, Couce Pico M. Cribado de cardiopatías congénitas críticas — actualización de la recomendación de la SENeo. An Pediatr, 2021 (versão anterior 2018). analesdepediatria.org
- Società Italiana di Neonatologia / Società Italiana di Cardiologia Pediatrica. Cardiopatie congenite critiche colpiscono un neonato su mille, comunicado de 14/02/2023. sin-neonatologia.it
- Thames Valley & Wessex Neonatal ODN (rede regional de Oxford). Pulse Oximetry Screening Guideline v3, ratificada em 03/2024. PDF
- East of England Neonatal ODN (rede regional de Cambridge). Routine Pulse oximetry Screening (RoPeS) for the Early Detection of CCHD, v2, ratificada em 05/2023. PDF