Temas atualizados em Neonatologia · Triagens e exposições pré-natais

Exposição pré-natal ao álcool e transtorno do espectro alcoólico fetal

Três documentos do GT de TEAF da SBP (DC nº 197 e nº 208 e Nota de Alerta nº 231, 2025) comparados com AAP 2015 e Hoyme 2016, CDC 2026, NICE QS204 e SIGN 156, publicações espanholas, ISS/OMS-UNICEF 2026, Harvard e Johns Hopkins.

Resumo com convergências e divergências entre as atualizações de 2025–2026 em Neonatologia e as posições da Sociedade Brasileira de Pediatria, AAP, NICE, AEP/SENeo, Ministério da Saúde, Sociedade Italiana de Neonatologia, Harvard (Boston Children's), Johns Hopkins, Oxford e Cambridge (redes neonatais regionais do NHS). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Em 2025 o Grupo de Trabalho de TEAF da SBP publicou três documentos: o DC nº 197 (20/03/2025), que adota o transtorno do espectro alcoólico fetal como termo guarda-chuva (SAF, SAF parcial, ARND e ARBD), aplica os critérios de Hoyme 2016 e defende tolerância zero — nenhuma quantidade, nenhum trimestre e nenhuma bebida seguros, perguntar a todas as gestantes em cada consulta e cessar o álcool na lactação; o DC nº 208 (23/05/2025), sobre as apresentações por faixa etária; e a Nota de Alerta nº 231 (27/11/2025), sobre os danos à gestante e ao lactente. O Brasil tem prevalência estimada de consumo na gestação acima da média global (15,2%, contra 9,8%; Popova 2017), mas não tem dados oficiais de SAF. A mensagem de abstinência é idêntica à do CDC (revisada em 10/08/2026), do NICE QS204, do ISS italiano e do factsheet OMS/UNICEF (2026). As divergências são operacionais e diagnósticas: o NICE exige perguntar e registrar o consumo durante toda a gestação e fixa critérios de encaminhamento, enquanto a SBP cita vários questionários (T-ACE, AUDIT, CAGE, TWEAK, CRAFFT) sem eleger um instrumento de triagem universal nem propor fluxo diagnóstico; e os EUA (Hoyme) mantêm a "SAF parcial", ao passo que a linha canadense (2016) e a escocesa (SIGN 156) usam outra estrutura. Dados de cabelo materno (ISS 2026) e mecônio (Glasgow) mostram que o autorrelato subestima a exposição.

1.O que mudou em 2025–2026

Data Instituição Documento O que mudou
20/03/2025 SBP DC nº 197 — Síndrome alcoólica fetal ou transtorno do espectro alcoólico fetal? TEAF como termo guarda-chuva; critérios de Hoyme 2016; epidemiologia; questionários; tolerância zero
23/05/2025 SBP DC nº 208 — SAF e apresentações por idade Quadro do RN ao adolescente; diagnóstico multiprofissional; prevenção como única "cura"
27/11/2025 SBP Nota de Alerta nº 231 — Álcool também é prejudicial para a gestante e o RN Efeitos maternos; álcool prejudica o lactente na amamentação
30/07/2026 ISS/EpiCentro (Itália) Tradução do factsheet OMS/UNICEF Europa sobre TEAF Nenhuma quantidade, tipo ou momento seguro; exposição fetal por biomarcador caiu de 7,9% (2011) para 0,74% (2022); cita diretrizes europeias FAR SEAS (2024)
10/08/2026 CDC (EUA) Página "About FASD" revisada Nenhuma quantidade segura durante a gestação ou ao tentar engravidar; categorias FAS, pFAS, ARND, ARBD e ND-PAE
07/09/2026 ISS (Itália) Comunicado sobre álcool na gravidez 41% de 83 amostras de cabelo materno com perfil de "bebedora social" apesar de autorrelato de abstinência; 147 mecônios analisados; formação a distância para ~20.000 profissionais

2.Posição brasileira (SBP)

Documentos: DC nº 197 (20/03/2025, 16 p.; relatora Conceição Segre; coordenação Helenilce Costa e Marcia de Freitas); DC nº 208 (23/05/2025, 4 p.; relatora Maria dos Anjos Mesquita); Nota de Alerta nº 231 (27/11/2025; relator Corintio Mariani Neto) — todos do Grupo de Trabalho de TEAF.

Tema Conteúdo
Conceito TEAF = termo guarda-chuva (SAF, SAF parcial, ARND, ARBD), conforme o CDC; maior biodisponibilidade do álcool na mulher; exposição fetal prolongada (líquido amniótico como reservatório)
Definição de exposição (Hoyme 2016) ≥ 6 doses/semana por ≥ 2 semanas; ≥ 3 doses por ocasião em ≥ 2 ocasiões; problemas legais ou tratamento relacionados ao álcool; intoxicação documentada; biomarcadores; triagem positiva. Dose = 14 g de etanol
Epidemiologia Consumo na gestação: 9,8% global, 15,2% no Brasil (Popova 2017); periferia de SP: 33,3% bebiam (21,4% até o fim); SAF 7,7/1.000 global e 8,8/1.000 nas Américas; Brasil sem dados oficiais
Identificação da exposição Biomarcadores indiretos inespecíficos; ésteres etílicos de ácidos graxos (FAEEs) e etil glucuronídeo em cabelo indisponíveis no Brasil; questionários AUDIT, CAGE, T-ACE (validado em obstetrícia; escore > 2 = risco), TWEAK, CRAFFT
Conduta na gestante Equipe multidisciplinar e intervenções breves; benzodiazepínicos controversos; tolerância zero; OMS — perguntar a todas as gestantes em cada consulta
RN Tríade facial (fissuras palpebrais pequenas, filtro liso, lábio superior fino); crescimento ≤ p10; PC ≤ p10 ou anomalias cerebrais (agenesia/hipoplasia de corpo caloso); curvas brasileiras de fissura palpebral e lábio (SP); critérios completos de Hoyme (SAF, SAF parcial com e sem exposição confirmada, ARND a partir de 3 anos, ARBD); FAEEs em mecônio/cabelo do RN apenas em pesquisa
Comorbidades TDAH em 50–80%; autismo mais frequente
Apresentação por idade (DC 208) Face mais evidente entre 8 meses e 8 anos; RN grave pode ter a tríade ao nascer; PIG/RCIU; lactente: atrasos, irritabilidade, distúrbios do sono; escolar: dificuldade de aprendizagem, confusão com TDAH; adolescente: impulsividade, déficit de funções executivas, abandono escolar, envolvimento com a justiça; diagnóstico multiprofissional; sem cura — prevenção
Lactação Cessar o álcool; o álcool prejudica o lactente (Nota 231)

Não aborda: triagem universal com instrumento padronizado no pré-natal (p. ex., AUDIT-C); registro da exposição no prontuário do RN; ferramentas de triagem do RN e do lactente; fluxo de encaminhamento e serviços de diagnóstico no Brasil; ND-PAE (DSM-5) apenas citado; orientação quantitativa na amamentação; comparação com os critérios canadenses (2016) e australianos, que não usam a SAF parcial da mesma forma; relatório clínico da AAP; CID-11.

Ministério da Saúde: a Caderneta da Gestante (8ª ed., 2023) orienta não ingerir bebida alcoólica na gestação e evitar bebidas alcoólicas no pós-parto e na amamentação; o guia Atenção à Saúde do Recém-Nascido (v. 1, cap. 3, 2014) inclui o uso de álcool na história familiar do RN. Não localizamos protocolo federal de triagem do consumo, de registro no RN ou de diagnóstico do TEAF.

3.Posição das referências internacionais

Referência Documento e ano Posição resumida
EUA — AAP Williams JF, Smith VC; Committee on Substance Abuse — Fetal alcohol spectrum disorders (Pediatrics 2015;136:e20153113); Hoyme HE et al. — Updated clinical guidelines for diagnosing FASD (Pediatrics 2016;138:e20154256) Relatório clínico de 2015 é o principal documento pediátrico dos EUA sobre o tema; Hoyme 2016 é a base diagnóstica adotada pela SBP. Não localizamos atualização da AAP de 2023–2025
EUA — CDC CDC — About fetal alcohol spectrum disorders (revisada em 10/08/2026) Não há quantidade segura conhecida de álcool na gestação ou ao tentar engravidar, nem momento seguro; todos os tipos de bebida igualmente nocivos; categorias FAS, pFAS, ARND, ARBD e ND-PAE
Reino Unido — NICE NICE QS204 — Fetal alcohol spectrum disorder (2022) 5 declarações de qualidade: (1) aconselhar a não beber durante toda a gestação; (2) perguntar sobre álcool durante toda a gestação e registrar; (3) encaminhar para avaliação crianças com exposição provável e dificuldades físicas, de desenvolvimento ou de comportamento significativas; (4) avaliação do neurodesenvolvimento se exposição confirmada ou 3 traços faciais com preocupação clínica; (5) plano de manejo para quem tem diagnóstico
Reino Unido — SIGN (Escócia) SIGN 156 — Children and young people exposed prenatally to alcohol (jan/2019, revalidada 2022) Diagnóstico exige evidência de exposição + anomalia estrutural ou funcional do SNC (com face e crescimento); aborda a mensuração do consumo na gestação; abordagem multiprofissional; estimativa de 3,2% dos bebês afetados no Reino Unido; estudo de Glasgow com 42% de mecônio positivo
Canadá Cook JL et al. — FASD: a guideline for diagnosis across the lifespan (CMAJ 2016;188:191) Sistema diagnóstico próprio, estruturado de forma diferente do de Hoyme quanto à SAF parcial
Espanha — AEP / SENeo Sem documento específico localizado; pesquisa publicada em Anales de Pediatría — Maya-Enero S et al. — Perfil neurocognitivo y conductual del TEAF (2021); Manich A et al. — Validez del cuestionario de consumo materno de alcohol (2012) Estudos (não diretrizes): perfil neurocognitivo e comportamental do TEAF; validação de questionário materno frente a biomarcador
Itália — SIN / SIP / ISS SIN/SIP: sem documento específico localizado. ISS/EpiCentro — Alcol e gravidanza (16/09/2021); ISS — factsheet OMS/UNICEF (30/07/2026); ISS — comunicado (07/09/2026) "Zero álcool" na gestação e ao planejar a gravidez; evitar álcool também na amamentação; exposição fetal por biomarcador caiu de 7,9% (2011) para 0,74% (2022); 41% de cabelos maternos com consumo social apesar de autorrelato de abstinência; cita diretrizes europeias FAR SEAS (2024)
Harvard — Boston Children's Sem documento específico localizado —
Johns Hopkins Sem documento específico localizado —
Oxford — OUH / rede Thames Valley & Wessex (TVW) Lista de diretrizes da TVW (consultada em 10/2026) Oxford University Hospitals (OUH) não publica protocolos neonatais abertos; os documentos citados são da rede regional a que pertence, Thames Valley & Wessex Neonatal ODN (TVW). Sem diretriz sobre exposição ao álcool ou TEAF: segue o NICE (QS204).
Cambridge — CUH (Rosie) / rede East of England (EoE) Lista de diretrizes da EoE (consultada em 10/2026) Cambridge University Hospitals (CUH, Rosie Hospital/NICU) não publica protocolos neonatais abertos; os documentos citados são da rede regional a que pertence, East of England Neonatal ODN (EoE). Sem diretriz sobre exposição ao álcool ou TEAF: segue o NICE (QS204).

4.Concordâncias e discordâncias

Tema SBP MS AAP NICE/UK AEP/SENeo Itália Harvard J. Hopkins Oxford / Cambridge Leitura
Versão e data DC nº 197 (20/03/2025); DC nº 208 (23/05/2025); NA nº 231 (27/11/2025) Caderneta da Gestante, 8ª ed. (2023) Williams (2015); Hoyme (2016); CDC (08/2026) QS204 (2022); SIGN 156 (2019) Sem documento (pesquisa 2012; 2021) ISS (2021; 07/2026; 09/2026) — — Sem diretriz nas redes TVW e EoE (segue QS204) —
"Zero álcool" na gestação Sim Sim — "não ingerir bebida alcoólica" Sim (CDC 2026) Sim (QS204-1) — Sim (ISS) — — Segue o NICE Concordância plena
Triagem universal Perguntar (OMS); vários questionários, T-ACE Sem instrumento padronizado localizado — Perguntar e registrar toda a gestação Questionário validado (pesquisa, 2012) Biomarcadores (pesquisa) — — Segue o NICE SBP sem instrumento padrão
Registro no RN Não aborda — — Registro do consumo — — — — Segue o NICE Lacuna SBP
Critérios diagnósticos Hoyme 2016 Sem posição específica localizada Hoyme 2016; ND-PAE (CDC) SIGN 156 — — — — Segue o NICE Divergência de sistemas
Encaminhamento Multiprofissional, sem fluxo — — Critérios explícitos (QS204-3/4) — Formação de profissionais — — Segue o NICE UK mais operacional
Biomarcadores Indisponíveis no Brasil — — Mecônio (Glasgow) Questionário × biomarcador Cabelo e mecônio (ISS 2026) — — — Europa investe
Amamentação Cessar Evitar bebidas alcoólicas no pós-parto — — — Evitar — — — Concordância qualitativa; sem números

Leitura: há concordância plena no "zero álcool" na gestação, agora também com o MS (Caderneta da Gestante, 2023), que orienta ainda evitar o álcool na amamentação, como a SBP. O MS não tem protocolo de triagem nem de diagnóstico do TEAF, e Oxford e Cambridge não têm diretriz própria — seguem o NICE QS204, o mais operacional (perguntar e registrar em toda a gestação, critérios de encaminhamento). Posição do site: segue a SBP (DCs nº 197 e 208/2025; T-ACE) e, no registro da exposição no prontuário do RN e no encaminhamento, que SBP e MS não detalham, o NICE QS204, dizendo a fonte.

5.Síntese

O ponto de partida é consensual: SBP, CDC, NICE, ISS e o factsheet OMS/UNICEF de 2026 repetem que não existe quantidade, tipo de bebida ou período da gestação seguros; CDC e ISS estendem a abstinência ao período em que se planeja ou tenta a gravidez. O mérito dos documentos brasileiros de 2025 é reunir o espectro clínico por idade, os critérios de Hoyme 2016 com curvas brasileiras de fissura palpebral e lábio e o alerta de que, no escolar, o TEAF se confunde com o TDAH.

A distância em relação ao Reino Unido é de operacionalização. O NICE QS204 transforma a mensagem em indicadores auditáveis: perguntar sobre álcool durante toda a gestação e registrar, encaminhar crianças com exposição provável e dificuldades significativas, avaliar o neurodesenvolvimento quando a exposição é confirmada ou há três traços faciais. A SBP recomenda perguntar em cada consulta, mas lista cinco questionários sem eleger um para triagem universal, não propõe que a exposição conste do prontuário do RN e não descreve fluxo de encaminhamento — o elo que permitiria suspeitar do diagnóstico anos depois. A limitação do autorrelato reforça essa necessidade: na Itália, 41% de 83 amostras de cabelo materno indicavam consumo social apesar do autorrelato de abstinência, e em Glasgow 42% dos mecônios foram positivos; sem biomarcadores disponíveis no Brasil, a pergunta sistemática e registrada é a principal ferramenta.

Há ainda divergência de sistemas diagnósticos. A SBP segue Hoyme 2016, a mesma base norte-americana, com SAF, SAF parcial, ARND e ARBD; o CDC acrescenta a categoria ND-PAE do DSM-5, apenas citada pela SBP; o SIGN 156 e a diretriz canadense de 2016 organizam o diagnóstico de outra forma, sem a categoria "SAF parcial" nos moldes de Hoyme; o SIGN 156 exige evidência de exposição e comprometimento do SNC. Espanha e Itália não têm diretriz pediátrica formal localizada, mas investem em pesquisa com biomarcadores e formação.

Observações críticas
  1. Perguntar sobre álcool em toda consulta pré-natal e registrar, usando um único instrumento validado — o T-ACE (validado em obstetrícia; escore > 2 indica risco) é o destacado pela SBP — e orientar abstinência total, inclusive ao planejar a gravidez.
  2. Levar a informação para o prontuário do RN: a exposição pré-natal documentada é exigida em várias categorias diagnósticas (como ARND) e raramente é recuperável anos depois.
  3. No berçário: examinar fissuras palpebrais, filtro e lábio superior com as curvas brasileiras, e registrar peso, comprimento e perímetro cefálico ≤ p10 em RN de mãe com consumo relatado; a face pode não ser evidente ao nascer.
  4. No seguimento: suspeitar de TEAF em crianças com atraso, dificuldade de aprendizagem ou quadro semelhante a TDAH e história de exposição, e encaminhar para avaliação multiprofissional do neurodesenvolvimento, tomando como referência os critérios de encaminhamento do NICE.
  5. Amamentação: orientar a lactante a não consumir álcool, como recomendam SBP e ISS; os documentos analisados não trazem orientação quantitativa de intervalo após a ingestão.
  6. Autorrelato negativo não exclui exposição: biomarcadores em cabelo e mecônio mostram consumo não declarado em proporção relevante; manter a suspeita clínica quando o fenótipo sugere TEAF.

6.Fontes

  • SBP. Síndrome alcoólica fetal ou transtorno do espectro alcoólico fetal? Documento Científico nº 197, GT de TEAF, 20/03/2025.
  • SBP. Síndrome alcoólica fetal e apresentações por idade. Documento Científico nº 208, GT de TEAF, 23/05/2025.
  • SBP. Álcool também é prejudicial para a gestante e o recém-nascido. Nota de Alerta nº 231, 27/11/2025.
  • Williams JF, Smith VC; Committee on Substance Abuse. Fetal alcohol spectrum disorders. Pediatrics 2015;136(5):e20153113. doi
  • Hoyme HE et al. Updated clinical guidelines for diagnosing fetal alcohol spectrum disorders. Pediatrics 2016;138(2):e20154256. doi
  • CDC. About fetal alcohol spectrum disorders (revisada em 10/08/2026). cdc.gov
  • NICE. Fetal alcohol spectrum disorder. Quality standard QS204 (2022). nice.org.uk
  • SIGN. SIGN 156 — Children and young people exposed prenatally to alcohol (2019, revalidada 2022). sign.ac.uk
  • Cook JL et al. Fetal alcohol spectrum disorder: a guideline for diagnosis across the lifespan. CMAJ 2016;188(3):191–7. doi
  • Maya-Enero S et al. Perfil neurocognitivo y conductual del trastorno del espectro alcohólico fetal. An Pediatr 2021;95:208.e1–9. analesdepediatria.org
  • Manich A et al. Validez del cuestionario de consumo materno de alcohol para detectar la exposición prenatal. An Pediatr 2012;76:324–8. analesdepediatria.org
  • ISS/EpiCentro. Alcol e gravidanza — sindrome feto-alcolica (atualização 16/09/2021). epicentro.iss.it
  • ISS/EpiCentro. Factsheet OMS/UNICEF Europa sobre TEAF (30/07/2026). epicentro.iss.it
  • ISS. Alcol in gravidanza: cresce la consapevolezza ma ancora troppo consumo occasionale (07/09/2026). iss.it
  • Brasil. Ministério da Saúde. Caderneta da Gestante. 8ª ed. Brasília, 2023.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Atenção à Saúde do Recém-Nascido: guia para os profissionais de saúde. 2ª ed. Brasília, 2014. v. 1, cap. 3 (História e exame físico). BVS MS
  • Thames Valley & Wessex Neonatal ODN e East of England Neonatal ODN (redes regionais de Oxford e Cambridge). Listas de diretrizes consultadas em 10/2026 — sem diretriz sobre álcool/TEAF. TVW · EoE