Alergia e Imunologia · Doenças atópicas e imunologia

Imunoterapia alérgica

Imunoterapia com alérgenos inalantes (subcutânea e sublingual) e com veneno de himenópteros, indicações, idade mínima, contraindicações, segurança e manejo das reações, e imunoterapia oral para alimentos com as divergências entre a EAACI e as referências norte-americanas

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A imunoterapia alérgeno-específica administra doses crescentes e depois regulares do alérgeno ao qual o paciente é alérgico, para induzir tolerância (linfócitos T reguladores, IL-10, IgG4 bloqueadora, menor reatividade de mastócitos). É a única terapia modificadora da doença na alergia mediada por IgE (SBP, Rinite alérgica, 2023). Está indicada na rinite alérgica persistente que não controla com tratamento farmacológico e controle ambiental, com sensibilização IgE comprovada e relacionada aos sintomas; também na asma alérgica controlada, na alergia a veneno de abelha ou vespa com reação sistêmica e, como opção, na dermatite atópica moderada a grave com sensibilização a aeroalérgenos (JTF 2023). Vias: subcutânea, aplicada no serviço do especialista com observação após a injeção, a partir de cerca de 5 anos; e sublingual, em casa após a primeira dose supervisionada, a partir de 2–4 anos (ASBAI/AMB 2023). Duração mínima de 3 anos. Contraindicação absoluta: asma grave ou não controlada. O pediatra indica o encaminhamento (🟡), mantém o controle da asma e trata as reações: reação sistêmica é anafilaxia — adrenalina IM e pronto-socorro (🔴). A imunoterapia oral para alimentos (leite, ovo, amendoim) é feita só em centros especializados: a EAACI (2025) a recomenda; as referências norte-americanas destacam o aumento de reações.

1.O que é e como se apresenta

Modalidades

Modalidade Como é feita Alérgenos Onde
Subcutânea (SCIT) Injeções semanais na indução e mensais na manutenção Ácaros (D. pteronyssinus, D. farinae, Blomia tropicalis), pólens, epitélios, fungos, venenos Na unidade do médico especialista, com observação após cada dose (ASBAI/AMB 2023)
Sublingual (SLIT) Gotas ou comprimidos diários sob a língua Ácaros, pólens Em casa, depois da primeira dose supervisionada
Com veneno de himenópteros Subcutânea, protocolos de indução rápida Abelha, vespa Serviço especializado
Oral para alimentos (OIT) Doses diárias crescentes do alimento até a manutenção Leite, ovo, amendoim Centros especializados; aumentos de dose sob supervisão
Sublingual e epicutânea para alimentos Extrato sob a língua ou adesivo Amendoim Ainda sem produto disponível na prática (EAACI 2025)

Fases: indução (doses crescentes, semanas a meses) e manutenção (dose fixa, por pelo menos 3 anos para obter efeito duradouro — EAACI 2018; ASBAI/AMB 2023). No Brasil, os alérgenos são perenes em quase todo o país, e os ácaros predominam; regimes pré-sazonais só fazem sentido na polinose do Sul (ASBAI/AMB 2023).

Resultados esperados: menos sintomas e menos medicação, melhor qualidade de vida e, na rinite, possível redução de novas sensibilizações e do risco de asma. A melhora é clínica: não há biomarcador para monitorar nem para decidir a suspensão, e repetir o teste cutâneo não serve para isso (ASBAI/AMB 2023).

2.Classificação de gravidade

Aqui o semáforo se refere à criança em imunoterapia ou candidata a ela.

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Em manutenção, sem reações ou só com reação local pequena (vermelhidão, edema e prurido no local; prurido oral na sublingual); asma e rinite controladas Seguimento conjunto; compressa fria e anti-histamínico de 2ª geração se incômodo; manter a adesão
🟡 Moderada Candidato à imunoterapia (rinite persistente sem controle, asma alérgica, reação sistêmica a picada, DA moderada a grave com sensibilização a ácaros); reação local grande (> 10 cm) ou repetida; sintomas gastrointestinais persistentes na OIT ou na sublingual; asma descompensada, febre ou infecção no dia da dose Encaminhar ao alergista e imunologista pediátrico; avisar o especialista e adiar a dose até a estabilidade; disfagia, dor ao engolir ou impactação na OIT ou sublingual: avaliação com prioridade (esofagite eosinofílica)
🔴 Grave Reação sistêmica após a dose ou a picada: urticária generalizada, angioedema, tosse, sibilância, estridor, vômitos repetidos, hipotensão, síncope, sonolência; impactação alimentar com salivação e incapacidade de engolir Adrenalina IM imediatamente e pronto-socorro/hospital (Protocolo de Anafilaxia)

Fatores de risco para reação grave: asma não controlada ou VEF1 baixo no dia da dose; dose aplicada em fase de exacerbação ou pico de exposição; erro de dose ou intervalo encurtado; exercício intenso ou febre logo após a dose (também na OIT); troca de frasco ou de lote; betabloqueador (contraindicação relativa — ASBAI/AMB 2023).

3.Diagnóstico no consultório

Quem pode ser candidato (ASBAI/AMB 2023; SBP 2023; AEP 2019)

  1. Doença mediada por IgE: rinite ou rinoconjuntivite moderada a grave, persistente ou intermitente grave, sem controle com corticoide intranasal, anti-histamínico de 2ª geração e controle ambiental, ou família que deseja o controle com menos medicação; asma alérgica controlada; reação sistêmica a picada de himenóptero.
  2. Sensibilização comprovada por prick test ou IgE sérica específica ao alérgeno em causa.
  3. Correlação entre a sensibilização e os sintomas (exposição a ácaros, pólens, animal).
  4. Idade e condição compatíveis: sublingual a partir de 2–4 anos; subcutânea acima de 5 anos (ASBAI/AMB 2023); a AEP (2019) prescreve em geral a partir de 5 anos e avalia caso a caso abaixo disso.
  5. Extrato padronizado e família capaz de aderir por 3 anos ou mais.

O que o pediatra faz antes de encaminhar: confirma o diagnóstico de rinite ou asma, otimiza o tratamento (ver Rinite alérgica e Asma na criança — crise e controle), revisa técnica inalatória e adesão, orienta o controle ambiental e pede, se quiser, a IgE específica para os principais aeroalérgenos (ácaros, epitélios, barata, fungos). Painel de IgE sem clínica compatível não indica imunoterapia.

Contraindicações (ASBAI/AMB 2023)

  • Absolutas: asma grave ou mal controlada; doença grave em atividade (autoimune, infecciosa como tuberculose, neoplasia); esofagite eosinofílica para a via sublingual (e, na OIT, esofagite ativa — ASBAI/SBP 2025); início durante a gestação.
  • Relativas: doença cardiovascular controlada, betabloqueador ou inibidor da ECA, doença crônica controlada, imunodeficiência ou imunossupressão, dermatite atópica grave não controlada, má adesão.
  • Gravidez durante a manutenção: não interromper, mas não aumentar a dose.

4.Tratamento e seguimento

O especialista escolhe o extrato e a via, define o esquema, aplica a SCIT e conduz a OIT. O pediatra mantém a asma controlada, revisa a adesão, reconhece reações, garante que a família tenha o plano de anafilaxia e evita interrupções longas sem avisar o especialista (doses perdidas podem exigir redução).

Regras de segurança da subcutânea

  • Aplicada no serviço do especialista, com adrenalina e material de reanimação disponíveis (ASBAI/AMB 2023).
  • Observação de pelo menos 30 minutos após cada injeção: a maioria das reações sistêmicas ocorre nesse período (AEP 2019).
  • Antes de cada dose: perguntar por sintomas de asma, febre, infecção, reação à dose anterior e mudanças de medicação; medir o pico de fluxo quando houver asma.
  • Evitar exercício intenso nas horas seguintes.

Sublingual: primeira dose sob supervisão; depois em casa, todos os dias, no mesmo horário; prurido e edema leves na boca são comuns no início. Suspender e avisar o especialista se houver úlceras orais, crise de asma, gastroenterite, extração dentária ou sintomas de esofagite.

Imunoterapia com veneno: indicada após reação sistêmica a picada com IgE específica demonstrada; na reação sistêmica só cutânea da criança, a indicação é individualizada pelo especialista (ver Alergia a insetos (himenópteros)); até completar a imunoterapia com eficácia comprovada, a criança porta autoinjetor de adrenalina (documento Anafilaxia e autoaplicador de adrenalina).

Imunoterapia para alimentos

  • EAACI (2025): OIT recomendada para crianças e adolescentes com alergia ao amendoim (recomendação forte, certeza alta) e sugerida para leite e ovo, em geral a partir de 4 anos; omalizumabe sugerido a partir de 1 ano; sublingual e epicutânea para amendoim sugeridas, sem produto disponível; tudo sob equipe especializada.
  • ASBAI/SBP (2025): reproduzem as recomendações da EAACI; a OIT é decisão compartilhada, com manutenção por tempo indefinido, aumentos de dose em centro preparado para anafilaxia e contraindicação na asma não controlada, na esofagite eosinofílica ativa, na gestação e na neoplasia ativa.
  • AEP (2019): não é prática de rotina; só pacientes selecionados, em serviços com experiência; contraindicada na asma não controlada, na dermatite atópica grave não controlada, na esofagite eosinofílica, em quem não pode usar adrenalina e na alergia não mediada por IgE.
  • Evidência norte-americana: a metanálise PACE (Chu e cols., Lancet 2019), do grupo que conduz as diretrizes da JTF, mostrou que a OIT com amendoim dessensibiliza, mas aumenta cerca de 3 vezes o risco de anafilaxia e o uso de adrenalina em relação à evitação, sem ganho demonstrado de qualidade de vida. O grupo de trabalho da AAAAI (2025) orienta o omalizumabe, aprovado pela FDA em 2024 para alergia alimentar a partir de 1 ano, associado à evitação do alimento, por decisão compartilhada.
  • NICE: a avaliação do produto de OIT com amendoim (TA769, 2022) foi retirada porque o kit de indução deixou de ser fabricado.
  • Palforzia (pó de amendoim padronizado, AR101): FDA em 31/01/2020 de 4 a 17 anos e de 1 a 3 anos desde a aprovação de 26/07/2024 (divulgada em 30/07/2024; estudo POSEIDON); EMA em 17/12/2020 de 4 a 17 anos, ampliada para 1 a 3 anos em 09/01/2025, com declaração pública de cessação da comercialização na União Europeia em 12/02/2026 (EMA/CHMP/38464/2025). Sem registro localizado na Anvisa: não é comercializado no Brasil.
  • Na prática do pediatra: nunca orientar "dessensibilização caseira"; a criança em OIT mantém a dieta de evitação fora da dose prescrita, porta autoinjetor e evita exercício intenso logo após a dose; febre, infecção ou crise de asma: falar com o especialista antes da dose.
Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Adrenalina IM 1 mg/mL (reação sistêmica) 0,01 mg/kg (máx. 0,3 mg na criança; 0,5 mg no adolescente); autoinjetor 0,15 mg < 30 kg e 0,3 mg ≥ 30 kg Repetir em 5–15 min se necessário Até a remoção Vasto lateral da coxa; SBP 2021 e Protocolo de Anafilaxia do site
Anti-histamínico de 2ª geração (reação local grande, prurido oral, urticária isolada) Conforme idade e bula (desloratadina 6–11 meses: 1 mg/dia) Conforme bula Enquanto houver sintoma Padrão do site; não trata nem previne a anafilaxia; 1ª geração não usar, salvo problema social
Salbutamol spray com espaçador (broncoespasmo associado) Conforme Asma na criança — crise e controle (GINA 2025) A cada 20 min na 1ª hora Conforme resposta Depois da adrenalina na reação sistêmica, nunca no lugar dela
Extratos de imunoterapia e omalizumabe Conforme fabricante e especialista — ≥ 3 anos (inalantes) Prescrição exclusiva do especialista (ASBAI/AMB 2023; EAACI 2018)

O que não fazer: aplicar SCIT em casa, na farmácia ou em serviço sem adrenalina; aplicar dose com asma descompensada ou febre; indicar imunoterapia por painel de IgE sem correlação clínica; "dessensibilização" alimentar sem especialista; tratar reação sistêmica só com anti-histamínico ou corticoide.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Qualquer reação sistêmica após dose de imunoterapia (subcutânea, sublingual ou oral) ou após picada de inseto: urticária generalizada, angioedema, rouquidão, estridor, tosse persistente, sibilância, dispneia, vômitos repetidos, dor abdominal intensa, palidez, hipotensão, sonolência.
  • Reação tardia após sair do serviço (as reações podem surgir depois da observação).
  • Impactação de alimento ou incapacidade de engolir a saliva em criança em OIT.
  • Crise de asma grave (ver Asma na criança — crise e controle).

Como encaminhar: adrenalina IM 0,01 mg/kg antes de qualquer outra medida (autoinjetor se disponível); deitar com pernas elevadas (sentar se dispneia; nunca levantar de repente); oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98%; salbutamol se broncoespasmo; acesso venoso e expansão se hipotensão; SAMU (192); segunda dose em 5–15 min se não houver melhora; observação conforme a SBP (6–8 h nos casos leves, 24–48 h nos graves); relatório com extrato, dose, horário e evolução para o especialista ajustar o esquema.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "A imunoterapia leva meses para fazer efeito e precisa de pelo menos 3 anos; não interrompa sem falar com o alergista."
  • "Depois da injeção, espere os 30 minutos no consultório; não faça exercício forte nas horas seguintes."
  • "Em dia de febre, crise de asma ou infecção, avise antes de tomar a dose."
  • "Na imunoterapia com alimento, o alimento fora da dose continua proibido; leve sempre a caneta de adrenalina."
  • Pronto-socorro imediatamente (aplicar a adrenalina antes, se tiver) se: manchas pelo corpo com falta de ar, chiado, inchaço da boca ou da língua, rouquidão, vômitos repetidos, desmaio ou moleza depois da dose ou de uma picada.
  • Avisar o alergista se: inchaço grande no local da injeção, coceira na boca que não passa, dor para engolir, vômitos ou dor abdominal frequentes.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Versão consultada GPA Rinite alérgica, 2023; ASBAI/SBP Alergia Alimentar, 2025 (ASBAI/AMB, 2023, como apoio) Sem protocolo de imunoterapia localizado Sem posição específica localizada (JTF/AAAAI como apoio) TA769 (2022, retirada); TA246 (2012, retirada) Protocolos de Alergologia, 2019 Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Indicação nos inalantes Rinite persistente sem controle, IgE comprovada — JTF 2023: DA moderada-grave (sugere) Sem diretriz própria Rinite sem controle, asma alérgica, veneno Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Idade mínima Sublingual 2–4 anos; subcutânea > 5 anos (ASBAI/AMB) — Sem posição específica localizada — Em geral ≥ 5 anos; menores caso a caso Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Segurança da subcutânea No serviço do especialista (ASBAI/AMB) — Sem posição específica localizada — Observação de 30 min Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Duração GPA 2023 sem prazo; ≥ 3 anos (ASBAI/AMB) — Sem posição específica localizada — 3–5 anos Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
OIT para alimentos Centro especializado; amendoim recomendada, leite e ovo ≥ 4 anos (EAACI) — AAAAI 2025: omalizumabe com evitação; PACE: mais anafilaxia Produto retirado Só selecionados, em serviço experiente Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: SBP, ASBAI, AEP e EAACI concordam que a imunoterapia com inalantes é segura e eficaz na rinite com sensibilização comprovada, que exige ao menos 3 anos e que a asma não controlada a contraindica. As diferenças práticas são a idade mínima (sublingual a partir de 2–4 anos no consenso brasileiro; em geral 5 anos na AEP) e o lugar da imunoterapia na dermatite atópica, sugerida pela JTF (2023) nas formas moderadas a graves e ausente das demais diretrizes consultadas. A divergência maior é na imunoterapia oral para alimentos: a EAACI (2025), seguida pela ASBAI/SBP (2025), recomenda a OIT com amendoim e sugere a de leite e ovo, enquanto a evidência sintetizada pelo grupo das diretrizes norte-americanas (PACE, 2019) mostrou mais anafilaxia com a OIT, e a AAAAI (2025) dá destaque ao omalizumabe com evitação; o NICE retirou a avaliação do único produto registrado (Palforzia), cuja comercialização também cessou na União Europeia em 2026, e o produto não tem registro localizado na Anvisa. O Ministério da Saúde não tem protocolo sobre o tema. O site adota a posição da SBP: imunoterapia com inalantes indicada e conduzida pelo especialista, com o pediatra garantindo o controle da asma e o plano de anafilaxia; imunoterapia oral para alimentos apenas em centros especializados, por decisão compartilhada, a partir de cerca de 4 anos para leite e ovo.

Pontos práticos
  1. Pense em imunoterapia na rinite persistente que não controla com corticoide intranasal e anti-histamínico, com IgE comprovada e relacionada aos sintomas.
  2. Asma não controlada contraindica a imunoterapia: controle a asma antes de encaminhar e antes de cada dose.
  3. Subcutânea só no serviço do especialista, com 30 minutos de observação; sublingual em casa após a primeira dose supervisionada.
  4. Reação sistêmica a uma dose é anafilaxia: adrenalina IM 0,01 mg/kg e pronto-socorro.
  5. Imunoterapia oral para alimentos não é feita no consultório geral; a criança mantém evitação e autoinjetor.

Veja também, nesta Biblioteca: Marcha atópica e reações de hipersensibilidade e Dermatite atópica (nesta área); Protocolo de Anafilaxia (Urgências); Anafilaxia e autoaplicador de adrenalina, Alergia a insetos (himenópteros), Alergia alimentar IgE mediada — ovo, amendoim, castanhas, trigo, peixes e frutos do mar e Testes alérgicos na criança — quando pedir e como interpretar (nesta área); Rinite alérgica, Asma na criança — crise e controle e Alergia à proteína do leite de vaca (Patologias do consultório); Asma grave e de difícil controle na criança e no adolescente (Pneumologia); Anti-histamínicos na rinite alérgica e na urticária em crianças e adolescentes (Temas atualizados pela SBP); Esofagite eosinofílica e disfagia na criança (Gastroenterologia).

8.Fontes

  • SBP, Departamentos de Alergia e de Otorrinolaringologia. Rinite alérgica na infância e adolescência. Guia Prático de Atualização, 2023. PDF
  • AMB e ASBAI. Diretrizes brasileiras para imunoterapia com alérgenos no tratamento da rinite alérgica, 2023. PDF
  • ASBAI e SBP. Atualização em Alergia Alimentar 2025 (imunoterapia e biológicos). Arq Asma Alerg Imunol, 2025;9(1). PDF
  • EAACI. Roberts G et al. EAACI Guidelines on Allergen Immunotherapy — allergic rhinoconjunctivitis. Allergy, 2018;73(4):765-98. PubMed
  • EAACI. Santos AF et al. EAACI guidelines on the management of IgE-mediated food allergy. Allergy, 2025;80(1):14-36. PMC
  • Chu DK et al. Oral immunotherapy for peanut allergy (PACE): systematic review and meta-analysis. Lancet, 2019;393:2222-32. PubMed
  • AAAAI. Anagnostou A et al. The use and implementation of omalizumab as food allergy treatment — Work Group Report, 2025. PDF
  • AAAAI/ACAAI Joint Task Force. Atopic dermatitis guidelines 2023 (recomendações 14 e 15, imunoterapia). PDF
  • NICE. TA769 — Palforzia for treating peanut allergy in children and young people (2022, retirada). nice.org.uk
  • EMA. Palforzia — EPAR e declaração pública de cessação da comercialização na UE (EMA/CHMP/38464/2025, 12/02/2026). ema.europa.eu; FDA. Palforzia — cartas de aprovação (31/01/2020; 26/07/2024). fda.gov; Stallergenes Greer. Comissão Europeia aprova Palforzia de 1 a 3 anos, 09/01/2025. stallergenesgreer.com
  • AEP. Inmunoterapia específica con alérgenos inhalantes en alergia respiratoria, 2019. PDF; Martorell Aragonés A. Inmunoterapia específica con alérgenos alimentarios, 2019. PDF